A próxima sexta-feira, 11 de Julho, às 20h no CS A Revolta está convocada umha Assembleia  de Causa Galiza em Vigo.

A ordem do dia será:

1º. Valorizaçom do trabalho de fundo e sostido no tempo que a comarcal de Causa Galiza Vigo está a desenvolver pola socializaçom do direito de autodeterminaçom.
2º. Apresentaçom de novas campanhas comarcais.
3º. Organizaçom interna.
4º. Organizaçom da campanha puntual do Dia da Pátria.
5º Vários.

Causa Galiza lamenta profundamente a morte de Ramom Muntxaraz, entre tantíssimas outras cousas, destacado activista da entidade autodeterminista desde o seu começo. Mas, sobretodo, Muntxaraz foi umha grande pessoa, inimigo radical dos privilégios, incondicional activista solidário com @s pres@s independentistas galeg@s de onte e de hoje e luitador de largo percorrido pola independência e o socialismo.

RAMOM MUNTXARAZ, A LUITA CONTINUA!
ATÉ A VITÓRIA SEMPRE, COMPANHEIRO!
INDEPENDÊNCIA E SOCIALISMO!

A Assembleia comarcal de Causa Galiza na Corunha participou o passado 21 de Junho na manifestaçom em defesa da Ria do Burgo, que reuniu nas ruas da cidade perto dum milheiro de pessoas. Os e as integrantes da entidade autodeterminista repartirom, entre os e as assistentes à marcha, brochuras com o comunicado que emitiu esse dia a Assembleia comarcal de Causa Galiza, em que denúncia a situaçom deplorável da Ria, apoia as reivindicaçons dos e das trabalhadoras do mar e rejeita qualquer intento de instrumentalizaçom eleitoralista das demandas legítimas do colectivo convocante da manifestaçom, a Plataforma para a Defesa da Ria do Burgo.

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1-       O povo galego resolverá por si mesmo os seus problemas e necessidades como sujeito permanente do irrenunciável direito de autodeterminaçom.

 

2-       O povo galego vertebrará umha administraçom integral que inclua, de jeito democrático, os territórios excluídos da actual Comunidade Autónoma Galega: as comarcas do Berzo, Cabreira, Seabra e Návia-Eu.

 

3-       O povo galego explorará e salvaguardará os seus recursos naturais.

 

4-       O povo galego construirá umha democracia participativa respeitando sem excepçons os direitos individuais e colectivos.

 

5-       O povo galego tem o direito de escolher o seu próprio modelo de relaçons sociolaborais, o seu modelo económico, o seu modelo social na procura de umha sociedade sem classes nem discriminaçons.

 

6-       O povo galego estabelecerá os seus marcos de relaçons internacionais de forma livre e consciente.

 

7-       O povo galego vertebrará a sua relaçom com a diáspora de forma fraternal, igualitária e solidária.

 

8-       O povo galego relacionará-se em pé de igualdade e fraternidade com o resto dos povos do mundo, em especial com aqueles culturalmente mais próximos.

 

9-       A imigraçom incorporada ao mundo do trabalho da Galiza conformará parte indissolúvel do nosso povo, com idênticos direitos e deveres que o conjunto da populaçom.

 

10-    Galiza para sobreviver como povo tem que conquistar a soberania nacional conculcada por Espanha.

 

 

Epílogo

Por sermos nós povo trabalhador consciente e conscientizado; avançada de um futuro livre, anelamos e procuramos umha Galiza soberana, unificada, sem servilismo de nengum género, superadora do patriarcado, machismo e homofobia; do racismo e da sociedade de classes, monolíngüe no social, solidária, internacionalista e fraterna…

 

De Fisterra ao Mançanal!, de Ortegal ao Minho!, governemos nós mesm@s a Nossa Terra!

Governemo-nos nós mesm@s a nós mesm@s!

 

 

Na Pátria, 21 de Junho de 2008

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